DEUSES DE BARRO - Agustina Bessa-Luís


Bessa-Luís, Agustina; 
Baldaque, Mónica (pref.) 
- DEUSES DE BARRO,  
Lisboa: Relógio d'Água, 2017.
150, [5] p. ; 24 cm - Brochado.
SINOPSE
«"Nós devemos escrever sobre aquilo que conhecemos", foi sempre o conselho dado por Agustina aos que se iniciavam na escrita. e foi por onde também começou — pelo mundo rural que tão bem conhecia, a Casa do Paço, em Travanca, aquele mundo fechado que frequentara em criança e adolescente, onde o convívio com as tias Maria e Amélia, sobretudo Amélia (a Sibila), fora o exemplo para a sua vida, um legado de sabedoria transmitido como uma profecia. As duas últimas páginas d’A Sibila testemunham, numa linguagem oracular, como num transe arrepiante e comovente, pela revelação do profundo, a transmissão de um destino, que ela, Agustina, terá de continuar a cumprir, depois da morte da Sibila.«Deuses de Barro, se por um lado é um esboço para a descoberta dos mundos fechados que integram estes três romances iniciais, por outro, representa já um grito de liberdade, ousadia, revolta e desafio contra os deuses de barro que nos vigiam, nos tolhem, com quem somos obrigados a conviver e a venerar.»Do Prefácio Escrito aos 19 anos por Agustina Bessa-Luís, Deuses de Barro permaneceu inédito até hoje.
Exemplar novo.
1ª edição
(Novembro 2017)
€16.00
Iva e portes incluídos.