A TRANSIÇÃO FALHADA: o Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974) - Fernando Rosas (coord.); Pedro Aires Oliveira (coord.)



Rosas, Fernando (ed. lit.); 
Oliveira, Pedro Aires (ed. lit.); 
Sousa, Silvina de (revisor) 
- A TRANSIÇÃO FALHADA: 
o Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974)
Lisboa: Editorial Notícias, 2004.
375 p. ; 23 cm - Brochado.
Exemplar novo.
1ª edição
€18.00 Vendido
Iva e portes incluídos.

ASSUNTOS:
Portugal. Presidente do Conselho, 1968-1974 (Marcelo Caetano)
Portugal -- Política interna -- 1968-1974
Portugal -- Política externa -- 1968-1974

NOTA PRÉVIA
PREFÁCIO — Marcelismo: ser ou não ser
Fernando Rosas
1. O que foi o marcelismo
2. Havia, no Portugal de 1968, condições de viabilidade para um processo de transição a partir do regime?
3. O nó górdio: a questão colonial
4. A débâcle final 
A DEFINIÇÃO DO MARCELISMO À LUZ DA REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO
Rita Almeida de Carvalho
Introdução: a escolha de Caetano
1. O pensamento político de Marcelo Caetano
2. A ilusão da evolução
2.1. Os sinais de abertura
3. A revisão constitucional de.1971
3.1. As propostas e projectos de lei 
3.2. A vitória do texto da comissão eventual para a revisão constitucional
3.3. O debate na generalidade
4. Conclusão: «A liberalização do regime foi travada»
AS OPOSIÇÕES DE ESQUERDA E A EXTREMA-ESQUERDA
João Madeira 
1. «O desaparecimento de Salazar cria uma oportunidade única...» 
2. «Acções especiais» e luta armada para derrubar o regime 
3. A fervura de castristas e maoístas 
4. «Sem Salazar, o salazarismo continua...» 
5. Oposições divididas
6. À esquerda de Cunhal (nem) todos os gatos são pardos
7. Guerra colonial e luta armada
8. As eleições de 1973: «Grande campanha política de massas»
9. O PCP, a esquerda radical e o fim do marcelismo
A IGREJA E OS CATÓLICOS
João Barreto
1. A herança 
2. Uma elite católica contestatária 
3. A renovação do catolicismo e o imobilismo do Estado Novo 
4. A intrincada sucessão de Cerejeira 
5. Caetano e a Igreja: progressivo desentendimento 
6. Radicalização, pluralização e desilusão dos católicos 
7. A luta pela paz e a nova orientação do patriarcado 
ESTADO SOCIAL: A CAIXA DE PANDORA
Fátima Patriarca 
1. Do lado do Estado 
2. Do lado da sociedade 
2.1. A dinamização sindical 
2.2. Quadros e profissões liberais 
2.3. Greve 
3. Conclusão 
O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO PORTUGUÊS NO FIM DO ESTADO NOVO
David Corkill 
1. Exaustão do modelo económico 
2. A era da gestão tecnocrática
3. Conclusão 
A REFORMA EDUCATIVA DE VEIGA SIMÃO
Maria Cândida Proença 
1. As contradições dos anos sessenta 
2. A reforma educativa de Veiga Simão 
2.1. Política educativa e ideário pedagógico 
2.2. A reforma educativa 
2.3. Reacções à reforma de Veiga Simão 
2.4. O ensino como factor de desenvolvimento e transformação 
AS GUERRAS COLONIAIS
Norrie MacQueen 
1. A herança de Caetano: as guerras de África em vésperas da sua tomada de posse
2. Reforma a contragosto: «Autonomia progressiva»
3. Desafio controlado: Angola e Moçambique
4. Os últimos lances políticos e militares: Guiné 
5. A visão do estrangeiro 
6. O fim da questão: Portugal e o Futuro e o 25 de Abril 300
A POLÍTICA EXTERNA
Pedro Aires Oliveira 
1. O ponto de partida 
2. A conexão anglo-americana 
3. O eixo Paris-Bona
4. O xadrez africano 
5. Caetano e o dilema Europa-África 
6. Uma diplomacia à deriva 
7. O preço da indecisão 
AS FORÇAS ARMADAS, OS CAPITÃES E A CRISE FINAL DO REGIME
Maria Inácia Rezola 
1. As origens do Movimento dos Capitães 
2. Spínola entre conspirações 
2.1. Os contactos com os capitães 
2.2. Portugal e o Futuro 
3. Preparando o golpe de Estado 
3.1. A estrutura do Movimento 
3.2. Um programa a elaborar