CORRESPONDÊNCIA A TRÊS: Verão de 1926 - Rilke, Pasternak,Tsvétaeva

Rilke, Rainer Maria; 
Tsvétaeva, Marina (co-autor); 
Pasternak, Boris (co-autor); 
Denis, Lily (ed. lit.); 
Carvalho, Armando Silva (trad.) 
- CORRESPONDÊNCIA A TRÊS: Verão de 1926
Col. Testemunhos nº 7, 
Lisboa: Assírio & Alvim, 2006.
366, [2] p. : il. ; 21 cm - Brochado.
SINOPSE
Durante os meses de 1926, três dos maiores poetas do seu tempo vão trocar entre si uma correspondência, extremamente apaixonada. Só dois deles se conheciam bem: Pasternak e Tsvétaïeva. Rilke nunca vira Tsvétaïeva e mal conhecia Pasternak: o verdadeiro elo deste triângulo era a admiração recíproca.
Pasternak está retido em Moscovo pela revolução (é a época em que ele é o Doutor Jivago), Tsvétaïeva vive em França, emigrada, Rilke na Suíça, onde vai morrendo lentamente. O isolamento em que se encontram em relação aos outros, a ausência de qualquer contacto ou conhecimento concreto favorecem a exaltação, a idealização, o sublime… mas também os dramas da susceptibilidade, do ciúme, dos remorsos, das rupturas, dos interditos voluntários e outros melindres. A paixão amorosa (a milhares de quilómetros) está indelevelmente ligada ao arrebatamento poético. Imperiosa em Tsvétaïeva (a Rilke: «A tua Rússia, sou eu e apenas eu»), mais discreta, plena de abnegação em Pasternak. Rilke, é outra coisa, Rilke estava ocupado em morrer…
Eis porque Correspondência a Três se lê como um grande romance de amor, tanto mais belo porque sobre as paixões humanas se projecta a sombra da grande poesia.

EXCERTOS
"Eu lia a tua carta a bordo do oceano, e o oceano lia-a comigo" (Tsvétaieva)
"Tu és o meu único céu legítimo e a minha mulher" (Pasternak)
"Como é que nos tocamos? Por golpes de asa" (Rilke)
Exemplar novo.
1ª edição.
€19.00
Iva e portes incluídos.
MMSARD


ASSUNTOS:
Tsvétaïeva, Marina, 1892-1941 -- Correspondência
Pasternak, Boris, 1890-1960 -- Correspondência
Rilke, Rainer Maria, 1875-1926 -- Correspondência