Rulfo, Juan;
Santos, Ana (trad.);
- A PLANÍCIE EM CHAMAS,
Lisboa: Cavalo de Ferro, 2003.
150, [6] p. ; 21 cm - Br.
Esparsas e muito ténues anchas de acidez no rosto e no anterrosto, sem quebras na lombada; miolo impecável.
SINOPSE
Em 1953, dois anos antes de Pedro Páramo, com o qual obteria a consagração internacional como um dos escritores mais influentes do século XX e da literatura de língua espanhola, Juan Rulfo publica esta sua primeira obra, um volume de contos. Desde logo, a novidade da sua prosa impressiona e desperta a atenção, nomeadamente pela profundidade das personagens, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários se cruzam e coexistem num cenário árido e pobre, carregado de solidão, violência e morte.
Uma obra fundamental e intemporal da língua hispânica e da literatura universal: um verdadeiro clássico moderno. Influenciou de forma decisiva autores distinguidos com o Prémio Nobel de Literatura, como Gabriel García Márquez e Octávio Paz.
CRÍTICAS
«A descoberta de Juan Rulfo — tal como a de Franz Kafka — será, sem dúvida, um capítulo essencial das minhas memórias (...). Não são muito mais de 300 páginas, mas são quase tantas, e creio que tão perduráveis, como aquelas que conhecemos de Sófocles.» - Gabriel García Márquez, Prémio Nobel de Literatura.
«[Juan Rulfo] Deu-nos uma imagem — não uma descrição — da nossa paisagem. As suas intuições e obsessões pessoais incarnaram-se na pedra e na poeira. A sua visão deste mundo é na realidade a visão de outro mundo.» -Octávio Paz, Prémio Nobel de Literatura
Muito bom exemplar.
1ª edição
€5.00
Iva e portes incluídos.
MMSARD
