Rodrigues, Vitor J. -
TEORIA GERAL DA ESTUPIDEZ HUMANA,
Lisboa: Livros Horizonte, 1992.
169, [4] p. ; 23 cm - Br.
SINOPSE
Será a estupidez um bem?
Ou será apenas uma necessidade prática não só da vida moderna como de todos os tempos passados e futuros?
Além disso, poder-se-ía acabar com a estupidez sem que daí viesse mal ao mundo?
O autor, psicólogo clínico e assistente universitário, insurge-se contra as correntes de opinião que, estupidamente, procuram esconjurar a estupidez. Adoptando uma postura claramente estupidológica, apoiado nas mais recentes investigações e métodos científicos, proclama que a estupidez, entre várias vantagens:
- Faz ganhar tempo
- Evita ataques cardíacos
- Evita depressões e angústias
- Está associada ao sucesso rpofissional
Adoptando uma perspectiva psicológica, o autor, ao contrário da abordagem histórica de Cipolla no seu "Allegro ma non troppo", considera que a estupidez não é ausência de inteligência mas resistência activa à inteligência e por isso deve ser caracterizada positivamente.
EXCERTOS
"A estupidez está difundida em tal grau que não poderia ser devida à simples geração episódica e acidental de intelectos desnutridos. Pelo contrário, a exuberância dos fenómenos estupidológicos, a sua extrema variedade, a riqueza das suas realizações ou a elegância dos seus refinamentos, tudo nos faz encontrar na estupidez mais, muito mais do que uma vacuidade, uma ausência de inteligência."
Exemplar novo.
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